Aproximações entre Cyber Segurança e Gestão de Risco Corporativo

Aproximações entre Cyber Segurança e Gestão de Risco Corporativo

Aproximações entre Cyber Segurança e Gestão de Risco Corporativo

A cibersegurança saltou para o topo da agenda de riscos das empresas depois de várias violações de dados, ransomware, ataques DDoS e outros hacks. Por exemplo, outro dia falamos aqui sobre os riscos da segurança móvel no ambiente corporativo e quais eram os problemas mais recorrentes.

De fato, em um mundo cada vez mais digital, onde todos os bancos de dados estão armazenados na nuvem, em smartphones ou dispositivos conectados à “Internet das Coisas”, as possibilidades de ameaças multiplicam-se, ameaçando as operações das empresas, os clientes, as informações financeiras e até mesmo a estabilidade das operações.

Exatamente por isso, as companhias precisam desenvolver estratégias para lidar com cyber ameaças, ativistas hackers ou até mesmo ataques de países (obviamente, na escala de megacorporações) que procuram desestabilizar sistemas financeiros de outras nações (lembra do caso da Rússia atacando a Estônia?).

Sobre responsabilidades e opções da Cyber Segurança

Mesmo assim, a necessidade de se proteger não pertence somente aos grandes conglomerados corporativos e nações. Toda empresa com operações baseadas na web, em sistemas, intranet ou outras formas habitualmente passíveis de ataques devem proteger-se. No mobile, por exemplo, é fundamental apostar na segurança mobile para empresas.

Entrando no escopo deste artigo de forma mais direta: sua empresa já considerou a necessidade de alinhar procedimentos de gestão de risco operativo com a segurança cibernética em uma estrutura de gestão de risco corporativo (ERM). Neste sentido, o objetivo é ampliar a resiliência do empreendimento frente a incidentes de quebra de segurança.

Ou seja, a cooperação é o ponto de partida de uma organização. Por exemplo, uma ataque DDoS tem efeitos em várias camadas, seja nos colaboradores, nos processos ou nas ferramentas tecnológicas através de toda a companhia. Sempre que ocorre uma brecha na segurança, a resposta deve ser rápida e precisa. E isso, sabemos, tem um custo: esforços, tempo e, consequentemente, dinheiro dedicado a reparar problemas.

Costumamos entender a ERM (Enterprise Risk Management), ou gestão de risco corporativo, como procedimentos netamente relacionados à estratégia e objetivos da companhia. Mesmo assim, é preciso alinhar operações, diretivos e os responsáveis da segurança, considerando a necessidade de respostas pré-concebidas nos planos de gerenciamento de risco.

De fato, esta é uma oportunidade para que as companhias comecem a considerar a necessidade de implementar processos automatizados de segurança. Conferir todas as atividades e ferramentas, de cada departamento, assim como as responsabilidades de gestão de riscos relacionados à cibersegurança.

Assim, a forma como encaramos a estabilidade operacional pode ser incluída na estratégia macro do funcionamento da empresa. Incluir estas interrogantes e necessidades dentro do ERM é fundamental e a diretoria deve ser conscientizada de que segurança corporativa e gestão de riscos não são campos separados.

Fechamentos

Para finalizar, gostaríamos de enfatizar que a necessidade de precaver-se, em qualquer área, é fundamental. Do varejo à indústria química, nos condomínios ou hotéis, minimizar o risco é um diferencial competitivo, seja em relação à imagem do empreendimento ou à diminuição dos gastos relacionados à reparação de incidentes.

Caso queira entender melhor o que é mais importante na hora de decidir e onde colocar as fichas da segurança, convidamos você a ler nosso artigo sobre o que automatizar e o que não automatizar na segurança da sua empresa. E para mais informações sobre o que podemos fazer pela sua empresa, não deixe de entrar em contato. Até breve!