Ataques cibernéticos: quais são as empresas que mais sofrem?

Ataques cibernéticos: Quais as empresas que mais Sofrem?

Ataques cibernéticos: quais são as empresas que mais sofrem?

Empresas em geral estão entre os principais alvos dos ataques cibernéticos no Brasil e no mundo. E isso acontece porque é com elas que os cibercriminosos têm melhores chances de lucrar com a venda dos dados roubados.

Um relatório divulgado pela McAfee (empresa americana de software de segurança) indica que quase US$ 600 bilhões são perdidos anualmente em decorrência desses ataques.

No Brasil, país visado pelo cibercrime, as instituições financeiras estão entre as vítimas mais frequentes. Porém, como veremos a seguir, não são as únicas organizações dentre as que mais sofrem com os ataques. Acompanhe!

 

Pequenas empresas

Um erro comum a pequenas empresas é pensar que não chamam atenção o bastante para se tornarem alvo do cibercrime. Questões simples como uma infraestrutura de rede fraca, o uso de senhas fáceis e a ausência de uma política de segurança estão entre os problemas comuns.

Em paralelo a isso, empresas de maior porte e visibilidade tendem a reconhecer os riscos e se precaver. Como consequência, ainda que sejam alvos possivelmente mais rentáveis, se tornam também mais difíceis de atacar.

Nesse cenário, portanto, são as pequenas empresas que acabam deixando expostas as suas vulnerabilidades corporativas. Brechas e falhas de segurança que representam oportunidades mais fáceis para a entrada e ação das ameaças virtuais.

 

Hospitais

Em 2017, os ransomwares (o malware que sequestra dados e demanda pagamento de resgates) chamaram a atenção em todo o mundo. No Brasil, um dos casos de destaque foi o ataque do “Petya” ao Hospital do Câncer de Barretos.

O incidente gerou preocupação não apenas pelo risco de perda financeira, mas por ter causado a interrupção de atividades de rotina, incluindo processos assistenciais da instituição.

Hospitais aparecem entre as empresas que mais sofrem e mais precisam investir em segurança do software em razão da natureza de suas atividades. A necessidade de resolver logo o problema para voltar a salvar vidas aumenta as chances da realização do pagamento de resgate.

 

Órgãos públicos

Os ataques de ransomware também chamaram a atenção para as fragilidades dos órgãos públicos, o que levou especialistas a ressaltarem a necessidade de melhoria da segurança cibernética dessas entidades.

Basta considerar o volume de informações valiosas, sigilosas e até mesmo financeiras que existem nos sistemas dos órgãos públicos do país. E, então, fica fácil entender porque precisam gerenciar suas vulnerabilidades corporativas, além de adotar outras medidas de proteção para suas redes, aplicações e dados.

 

Bancos e operadoras de cartão

Como destacamos inicialmente, instituições financeiras também estão entre os principais alvos dos ataques cibernéticos. Por isso, bancos gastam três vezes mais com segurança de TI do que as demais empresas.

Ainda assim, devido à sua ampla infraestrutura de TI, enfrentam dificuldades para lidar com a ação constante dos cibercriminosos. E não sem motivo, o desenvolvimento de aplicativos mais seguros está entre suas principais preocupações.

A possibilidade e o receio de que dados dos usuários e clientes caiam em mãos erradas também afetam as operadoras de cartão de crédito. Como é de se imaginar, o vazamento de informações de sites ou serviços de compra online poderia gerar ganho considerável para os criminosos e, por isso, suas tentativas são constantes.

Por isso, não são apenas os usuários dessas instituições ou serviços online que precisam se precaver. Elas também devem adotar medidas de segurança do software e sempre buscar meios de reforçar sua proteção.

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