Monitoração como chave para evitar ataques cyberneticos

Monitoração como Chave para evitar Ataques Cyberneticos

Monitoração como chave para evitar ataques cyberneticos

Dados da Norton Cyber Security Insights Report 2017 mostram que, no último ano, 62 milhões de brasileiros foram vítimas de algum tipo de ataque na internet. A situação serve de alerta também para empresas, que são as que mais tendem a perder com o cybercrime.

E com o Brasil entre os principais alvos dos ataques cyberneticos, a preocupação com a adoção de medidas de proteção é crescente. Dentre elas, está a monitoração. Você ainda não sabe como essa estratégia pode ajudar a reforçar a segurança de sua empresa? Continue a leitura do post!

 

A importância da monitoração

O ano de 2017 ficou conhecido por tornar conhecidos os ataques de ransomware, o malware que “sequestra” dados e pede o pagamento de resgate em criptomoedas.

Os diversos casos que afetaram o Brasil e outros países do mundo chamaram a atenção para um fato importante: os ataques informáticos evoluíram e os cybercriminosos encontraram maneiras mais eficientes de causar danos e alcançar seus objetivos (como roubar dados sigilosos e ganhar dinheiro). E, mais do que isso, essa evolução segue em curso.

Por isso, é imprescindível que instituições de TI e empresas em geral, alvos frequentes de ataques, se disponham a agir para combater as ameaças. Do contrário, se tornarão cada vez mais vulneráveis a elas.

Esse combate passa pela adoção de ferramentas de segurança, do estabelecimento de políticas de boas práticas, do compartilhamento de informações sobre como lidar com os ataques (a chamado threat intelligence). E, também, pela monitoração constante da rede, aplicações e atividades. Só assim é possível detectar e lidar com novas ameaças ou falhas que coloquem a empresa em risco.

 

Monitoração de vulnerabilidades

O uso da tecnologia é cada vez mais comum no ambiente corporativo e isso vai além da adoção de equipamentos, softwares e aplicações que contribuem para otimizar a rotina e melhorar os resultados.

O acesso remoto a informações da empresa por meio de serviços de computação em nuvem e a permissão para uso de dispositivos próprios no trabalho (bring your own device ou BYOD) são exemplos desse movimento. Atreladas às suas vantagens, estão os riscos do aumento da exposição da empresa a ataques cyberneticos.

Isso indica que o uso de tecnologias conectadas à rede da empresa precisa ser monitorado, além de seguir regras e contar com medidas que favoreçam a criação de um ambiente seguro.

Nesse sentido, é importante entender que as situações que tornam a empresa vulnerável podem ser corrigidas, enquanto outras surgem de forma natural e em decorrência do uso das tecnologias. Por isso, essa monitoração de vulnerabilidades precisa ser constante, de modo a permitir que riscos e falhas sejam identificados antes de se transformarem em problemas graves.

E a monitoração de dados

Para fazer essa monitoração, é possível investir em hardwares e softwares específicos, que acompanham as vulnerabilidades da rede e as aplicações em uso pela empresa.

Porém, por si só, essas tecnologias de segurança não são capazes de garantir a proteção de dados e evitar que o negócio seja vítima da ação de cybercriminosos. Para evitar o risco das ameaças e ataques na internet, é preciso fazer também a monitoração dos dados coletados por essas ferramentas, bem como sua gestão.

E isso significa contar com um profissional ou uma equipe para acompanhar a monitoração e responder com eficiência a cada ataque informático, assegurando a proteção da empresa.

 

 

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