Operação Carne fraca e o monitoramento - Blog da Alert

Operação Carne Fraca: o que o monitoramento poderia ter evitado

A recente deflagração de mandados de prisão para executivos de grandes empresas frigoríficas do país abriu espaço para uma séria discussão na sociedade: a qualidade do alimento que ingerimos em nossas casas.

A operação “Carne Fraca” revela que, mesmo com certificações de qualidade e inspeções constantes de órgãos fiscalizadores, é possível burlar o sistema e prejudicar o consumidor em nome do enriquecimento ilícito.

Mas, e se houvesse maior cuidado no monitoramento da cadeia produtiva? Será que haveria mudanças significativas na qualidade da carne que consumimos?

Do produtor para a mesa do consumidor

Empresas como o Walmart e a própria JBS, citada pela Polícia Federal na operação Carne Fraca, investem significamente no monitoramento dos produtores de carne. Um acordo firmado em 2009 com o Green Peace e o Ministério Público Federal de estados como Mato Grosso e Pará levou estas e outras empresas a deixarem de comprar carne de produtores que iam contra as diretrizes socioambientais que visam a preservação de áreas nativas.

O Walmart, por exemplo, faz monitoramento via satélite dos produtores para garantir a procedência e qualidade dos produtos adquiridos. O projeto custou 1 milhão de reais e tem a capacidade de monitorar áreas indígenas, de preservação, uso de trabalho escravo e outras práticas condenadas no setor agropecuário.

No entanto, esse cuidado parece não ser suficiente. Entre o produtor e o consumidor existem outros elos na cadeia que precisam ser monitorados com eficiência, como é o caso dos entrepostos. Neste caso, o que um sistema de monitoramento e vigilância poderia fazer?

Rastreamento da carga

Do momento da saída da carga do produtor, é possível saber exatamente por onde o caminhão frigorífico passa, quais são as paradas, o tempo de pausa e retomada do trajeto. Com isso é possível evitar que a carga seja substituída ou desviada, garantindo maior confiabilidade ao processo de transporte.

Monitoramento do entreposto

Antes que a carne seja distribuída para os açougues, mercados e demais comércios, ela passa por diversos processos dentro do entreposto, os quais podem ser monitorados por câmeras CFTV IP 24 horas por dia. Essa segurança adicional inibe a ação de pessoas mal intencionadas e permite fazer uma verificação detalhada de todas as ações da equipe envolvida.

Restrição de acesso

Outra medida que pode auxiliar na segurança de frigoríficos e procedência da carne é a implementação de sistemas de controle de acesso biométrico, evitando assim que pessoas não autorizadas entrem em contato com o produto enquanto ele está sendo processado ou armazenado.

Mantendo apenas funcionários autorizados, a empresa tem maior segurança na manipulação dos alimentos e, em caso de fraudes ou ações impróprias, fica muito mais fácil identificar quem está se desviando das melhores práticas.

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