Política de segurança da informação: sua empresa pratica?

Política de segurança da informação

Política de segurança da informação: sua empresa pratica?

Em nosso blog, já compartilhamos posts sobre o uso de software de segurança e de estratégias, como o monitoramento e a gestão de vulnerabilidades como aliadas da segurança da informação de uma empresa.

Seja quais forem as soluções adotadas, é importante que todos os colaboradores da empresa saibam como proceder. Isso vale para o uso de ferramentas, para o sucesso das estratégias e para as medidas protetivas no dia a dia.

Para tanto, é necessário definir uma Política de Segurança da Informação (PSI) para a empresa. Continue a leitura para saber mais!

 

O que é Política de Segurança da Informação

No post Saiba quais são os principais tipos de sequestro de dados, apresentamos como os cibercriminosos agem. Seu objetivo é acessar a rede corporativa, tirando vantagem de suas falhas de segurança.

Para combater essa ação e proteger seus valiosos dados, é interessante à empresa apostar na  automação de processos e investir na segurança do software. Soluções que contribuem para que a empresa encontre e corrija suas brechas de segurança.

Porém, sem um plano bem definido, nem mesmo o uso dessas tecnologias é o suficiente. Para direcionar e alinhar rotinas de prevenção e estabelecer condutas em emergências, a empresa precisa conhecer seus recursos e saber como usá-los.

A Política de Segurança da Informação é um plano que serve justamente para definir como lidar com os próprios dados. A ideia é desenvolver estratégias, indicar medidas e ferramentas de proteção para o dia a dia e para eventuais crises.

A importância e o impacto da PSI

A possibilidade de ganhar dinheiro com o roubo de informações leva os cibercriminosos a criar mais de 230.000 novas amostras de malwares todos os dias. Nesse cenário, a empresa que decide esperar que a ameaça apareça para só então decidir o que fazer, corre sérios riscos.

Frente às tentativas constantes de ataques, uma empresa precisa conhecer suas vulnerabilidades e brechas e corrigi-las antes que representem problemas graves. A PSI indica como fazer essa prevenção e apresenta outras normas de conduta para manter um ambiente digital seguro.

Para as empresas que são vítimas de ataques, a demora em detectar invasões e responder às invasões é um agravante. Algo que acontece na ausência de um plano de segurança da informação devidamente estruturado.

A PSI reduz as chances da empresa sofrer prejuízos financeiros. E minimiza também as chances de perder clientes e espaço no mercado, já que ser vítima de cibercrime pode manchar sua reputação.

 

 

Como elaborar um plano para sua empresa

A PSI apresenta normas e ações a serem seguidas por todos da empresa, visando prevenir ataques, corrigir brechas e responder com agilidade à presença de ameaças. E deve ser desenvolvida com base na ISO 27001, norma que é padrão e referência para a gestão da Segurança da Informação.

Para começar a elaborar esse plano, sua empresa precisa fazer um diagnóstico da própria TI. Por meio dele, é possível identificar quais são os riscos, os dados mais críticos, o que precisa ser corrigido e como a empresa pode responder a tudo isso.

Em outras palavras, o diagnóstico direciona a definição de estratégias como rotinas de backup up, políticas de acesso e regras de conduta na rede. Além de, claro, possibilitar a criação de planos de contingência e de gestão de vulnerabilidades.

Entender quais estratégias preventivas e corretivas melhor se adaptam à sua rotina, recursos e necessidades é crucial para nortear a adoção de medidas de segurança da informação. E, consequentemente, para documentar e implementar a PSI.

Gostou do post e quer mais informações para manter sua empresa segura? Assine nossa newsletter!