Pontos em comum entre segurança física e cibersegurança

segurança física e cibersegurança

Pontos em comum entre segurança física e cibersegurança

Roubo de informações, ameaças à segurança, atuação de cibercriminosos. Você já parou para considerar que, apesar de pertencentes ao universo digital, situações de cibersegurança têm pontos comuns com a segurança física?

Quando o assunto é encontrar meios de se proteger, aquilo o que fazemos no universo físico (ou não virtual) pode contribuir para direcionar as ações em favor da segurança cibernética.

Continue a leitura do post para identificar essas semelhanças e entender como usá-las em favor da sua empresa!

 

Monitoramento

Ao se considerar um espaço físico, como uma rua ou a própria empresa, uma importante medida de segurança física é o monitoramento. Câmeras de segurança e vigilantes aparecem entre os recursos utilizados para acompanhar a movimentação local e identificar situações de risco e agentes suspeitos.

O mesmo pode ser feito no ambiente virtual, com a adoção de ferramentas que permitem à empresa monitorar diferentes pontos e sua TI. Nesse sentido, apostar no desenvolvimento de software para contar com uma solução específica garante que a empresa acompanhe melhor as ameaças, com base em suas próprias fraquezas e histórico.

Em ambos os casos, o monitoramento constante contribui para reunir informações sobre a segurança e à atuação dos agentes mal-intencionados. O que, por sua vez, favorece a adoção de medidas de proteção, correção de falhas de segurança e até desenvolvimento de estratégias para lidar com eventuais problemas.

Você pode entender melhor o poder desse monitoramento com a leitura do post Gestão de vulnerabilidade: entenda a importância. Nele, explicamos como acompanhar o ambiente virtual da empresa favorece sua proteção.

 

Regras de acesso

Nem sempre, porém, os agentes mal-intencionados são normalmente identificáveis. E isso vale tanto para as pessoas, no mundo físico, quanto para as ameaças inerentes ao mundo virtual.

Essa é uma das razões que faz com que uma empresa adote como medida de segurança um sistema que estabeleça regras e restrições de acesso. Somente pessoas devidamente cadastradas têm autorização para entrar no prédio ou até para acessar determinadas áreas do local.

E essa é outra estratégia que também pode ser adotada na cibersegurança. A criação de regras para identificação e acesso permite que, de forma automática e segura, ameaças conhecidas sejam impedidas de acessar a rede e os equipamentos da empresa.

É importante, porém, ter atenção ao fato de que as ameaças virtuais se modificam e evoluem com frequência. Por isso, revisar as regras e torná-las mais assertivas é uma necessidade frequente para garantir a proteção.

Equipamentos de segurança

Seja na segurança física ou na cibernética, é necessário se apoiar no uso de equipamentos específicos de proteção. É o caso das já mencionadas câmeras de segurança e do sistema de cadastro e acesso, por exemplo.

No que diz respeito à cibersegurança, há ferramentas imprescindíveis como um bom antivírus corporativo e proteções de firewall. Uma política de segurança bem estruturada, que oriente o uso das redes, acesso e equipamentos também é importante. Mas é possível e preciso ir além.

No mundo físico, formas de comunicação e integração de dados e ações são adotadas para potencializar o uso das soluções. Câmeras informam a movimentação dentro da empresa e vigilantes e outros colaboradores podem se comunicar para informar incidentes e agilizar as respostas.

O desenvolvimento de software faz mais do que garantir soluções de segurança que atendam melhor às necessidades da sua empresa. Por meio de uma solução exclusiva, é mais fácil integrar ferramentas de segurança e aumentar os níveis de proteção cibernética.

 

Gostou da leitura? Confira também o post Sobre a importância de apostar na segurança de software de sua empresa!

 

8 tendências em segurança para implementar até 2020